Engraçado como a gente vive falando que quer voar alto, conhecer o mundo, realizar sonhos… mas continua sentado do ladinho das coisas que mais machucam, como se dor fosse zona de conforto.
É tipo reclamar que quer nadar, contudo ficar agarrado na borda da piscina com medo da água. Aí não dá, né? Quer leveza, entretanto carrega gente tóxica nas costas, lembrança ruim no bolso e ainda pergunta por que a vida não decola. Fica parecendo passarinho tentando voar com pedra amarrada no pé.
Se você quer céu aberto, meu amigo, vai ter que soltar o que corta ou prende suas asas — porque ninguém sobe segurando pedra ou outro peso morto.

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