Tem hora em que a gente insiste tanto em ficar, ajudar, explicar, dar atenção, mandar mensagem, correr atrás… que parece vendedor de feira gritando oferta que ninguém quer levar. Aí cansa, né? Porque você entrega carinho, tempo, paciência, quase faz malabarismo emocional, e a pessoa age como se tivesse ganhado um panfleto na rua.
Então, quer saber? Talvez o movimento mais poderoso não seja falar mais alto, nem fazer mais esforço…Talvez seja sumir um pouquinho. Oferecer a ausência. Tipo tirar a cadeira pra ver se alguém percebe que você sustentava a conversa inteira.
Engraçado como, às vezes, o silêncio grita mais que mil tentativas. Se não valorizam tua presença, testa tua falta — tem gente que só aprende quando o “sempre ali” vira “agora não tá mais”.

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