Às vezes, a gente trata os sonhos como se fossem roupa guardada pra “ocasião especial”: dobra bonitinho, coloca na gaveta… e esquece que a vida é hoje. Aí o caderno vira museu de planos, cheio de “um dia eu começo”, “depois eu tento”, “quando der eu faço”.
Só que sonho não é enfeite; é ferramenta. Ficar só anotando meta é tipo comprar tênis novo pra correr e usar só pra tirar foto. A frase da imagem é aquele empurrãozinho sincero: ou tu tira as ideias do papel e bota o pé na estrada, ou teu futuro vai ser só um monte de rascunho amassado no fundo da mochila.
Então, bora bagunçar a folha, errar a letra, riscar tudo… porque quem escreve a própria história nunca usa borracha demais, usa coragem.

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